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Ampliação de leitos em Alagoas evita fila de espera para internação por Covid-19

Com taxa de ocupação das vagas de UTI em 92%, Governo do Estado volta a alertar população sobre os riscos de colapso da rede hospitalar

08/06/2021 08h41
Por: Redação Fonte: Ascom
Reprodução
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A semana começa com alerta à população alagoana por conta da taxa de ocupação de leitos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para Covid-19. No último domingo (6), a utilização das 390 vagas disponíveis na rede hospitalar estadual alcançou novamente a marca de 92%.

Para o secretário Alexandre Ayres, o cenário é preocupante. “Temos realizado um monitoramento diário e contínuo em relação aos leitos exclusivos para tratar pacientes com a Covid-19. A Central de Regulação de Leitos de Alagoas acompanha todas as condições, oferta e controla os leitos, mas, o que estamos presenciando é preocupante”, considera o gestor.

Além do esforço integrado da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) junto à Central de Regulação de Leitos, que monitora a situação diariamente conseguindo evitar fila de espera para quem necessita de vagas nas unidades da rede, o colapso foi evitado em função da ampliação constante de leitos.

“Estamos há vários dias com a ocupação acima de 90% porque Alagoas ampliou a quantidade de leitos. Se, neste período de junho, nós estivéssemos com o mesmo patamar de leitos do ano passado, estaríamos com uma fila de espera em mais de 100 pessoas”, reforça o secretário.

“São quase 1.500 leitos Covid-19, sendo 390 deles de UTI. No entanto, se a população não entender o seu papel, e achar que na hora em que ele precisar, o leito estará à disposição, a situação estará muito difícil. Desde o ano passado, a Sesau vem fazendo alertas que, se todos ficarem doentes ao mesmo tempo, iremos enfrentar problemas que outros estados já vêm enfrentando”, contextualiza Alexandre Ayres.

Alagoas conta com 1.428 leitos públicos exclusivos para Covid-19. No último domingo (6), a taxa de ocupação dos 390 leitos de UTI estava 92%; os 57 leitos intermediários com 32% e os 981 leitos clínicos com 56% da vagas preenchidas. O Estado tem um total de 447 leitos com respiradores – somados os de UTI e os leitos intermediários –, com 84% deles em utilização.

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